Pedimos desculpa pelo incómodo. O país real a sério regressa dentro de momentos.

Já tinha lido sobre o assunto, mas ainda não tinha visto. Vi hoje.

O primeiro-ministro de um país democrático, civilizado, a vender portáteis a outros países. Por favor, eu já não acredito que estamos em Portugal. Já não bastava ter de ver ditadores a desfilar pela Avenida da Liberdade e ainda tenho de aguentar o principal governante deste cantinho de Camões, Pessoa e Eça a gerar lucros para uma empresa privada à custa de um computador “resistente às quedas, aos líquidos e que toda a gente lá no Gabinete já não dispensa”. Uma espécie de Tintim, mas sem graça.

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