A Vida Num Sopro

Gosto dos livros de José Rodrigues dos Santos, embora, confesso, seja muito mais influenciado pelo seu mediatismo do que propriamente pela qualidade literária. Ainda não li o A Vida Num Sopro, uma espécie de romance de biografias, no meio de um turbilhão político.

Há uma coisa que é inegável em José Rodrigues dos Santos e que só será igualado por Miguel Sousa Tavares: a quantidade de gente a lê-los nos transportes públicos é verdadeiramente incrível! Julgo que o facto de serem conhecidos ajuda muito, é verdade, mas ninguém atura ler um autor se ele não souber cativar a audiência. Claro que isso tem dissabores, como menorizar o trabalho destas estrelas televisivas. Mas, olhando bem para a coisa, who cares?

Uma Resposta

  1. Dos dois autores de que falaste, só li um livro do José Rodrigues dos Santos (“O sétimo selo”). Muito embora a narrativa nem sempre seja construída da melhor forma (p.ex. a forma como se metem as questões técnicas sobre a energia e o aquecimento global no meio do livro), é sem dúvida uma obra com a capacidade de prender a capacidade do leitor. E até pode dar-se o caso de, por ambos serem mediáticos, cativarem público novo para a leitura. E isso é um dado bastante importante.

Deixar uma Resposta