Starbucks chega a Portugal

Aos poucos e poucos, a Starbucks foi ganhando expressão no mercado global, ao ponto de ser uma referência, um ponto de encontro, semelhante ao que acontece com a McDonald´s ou a FNAC: aonde quer que se vá, seja o mais estranho lugar do mundo desenvolvido, já se sabe que os procedimentos são os mesmos e até nem precisamos de falar muito (basta dizer menu x, bebida y).

Ouvi falar da Starbucks provavelmente através da televisão, num qualquer filme ou sérir norte-americana. A primeira vez que entrei num foi há poucos meses em Londres. A primeira reacção foi a de um típico jovem português, ainda a juntar “papel”: “mas alguém consegue dar dois euros por um café tão amargo? “. Sim, porque ninguém me convence que o café ali vendido é melhor do que o Delta ou Buondi, ou, vá lá, Nicola.

A segunda e última vez até ao momento que tive o prazer da amargura do café foi em Dublin, há poucos dias. Confesso que me soube melhor o café (embora me tivesse custado pagar aquele preço), mas não por causa do produto em si: gostei de ver que a marca patrocina o desenvolvimento e preocupa-se com questões ambientais.

Em Portugal, já tardava, mas chegou. 1,20€ por café.

Uma Resposta

  1. Só conheço o Starbucks de ter visto um documentário sobre a sua história. Como quase todos os grandes negócios vindos da América, começou em muito pequena escala: uma pequena loja de venda de café (como há muitas em Lisboa, por exemplo) que começou a vender para take-away e foi-se expandindo aos poucos.

    Algum do comércio vindo do estrangeiro, assim que chegou, transmitiu rapidamente a sensação que iria ser um sucesso por cá, como é o caso da Fnac. No caso do Starbucks, tenho alguma curiosidade em saber como é que eles se vão saber situar num país como o nosso onde se bebe muito café, onde há exigência em relação ao café e há um certo lado social inerente ao seu consumo. Mas a Starbucks é precisamente um case study pela forma como se adaptou aos mais diversos países onde se implantou e cá acontecerá mais ou menos o mesmo.

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